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O que muda no Projeto de Orçamento Municipal em 2019?

O prazo para enviar o Projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2019 para a Câmara do seu município encerra-se no dia 30 de agosto. A principal novidade é que  ocorreram várias alterações no ementário da receita orçamentária para o próximo exercício, sendo incluídos novos elementos de receitas e exclusão de outros. Observando as informações apresentadas na Portaria nº 388 publicada na edição do Diário Oficial da União do dia 15 de junho de 2018, sobre o desdobramento da classificação por natureza da receita orçamentária para aplicação no âmbito dos Estados, Distrito Federal e Municípios, o Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás (TCM/GO) publicou em seu portal, a tabela de codificação de receitas que será válida para 2019. É válido ressaltar que a nova tabela do ementário de receitas leva em consideração as novas codificações que foram publicadas no site Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e que o TCM/GO acatou e disponibilizou em seu portal, layout da remessa eletrônica do Plano Plurianual (PPA), Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Lei de Orçamento Anual (LOA) referente ao exercício do próximo ano que deverão entregues até 31/01/2019. Equipe CENTI  

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Por que devo ter uma senha segura?

Redes sociais, e-mails, nuvens e streamings. Você pode até acessar essas plataformas todos os dias mas, provavelmente nunca pensou na quantidade de informações pessoais que disponibiliza apenas por utilizá-las. Isso acontece por vivermos na era da ascensão digital e que muitas vezes, não nos damos conta de quantas informações pessoais estão sendo disponibilizadas em uma simples rede social. Afinal a mesma rotina que incorporou a internet em nosso cotidiano, muitas vezes nos faz esquecer que se um simples e-mail cair em mãos erradas, poderá ocorrer estragos para os envolvidos. Agora modifique um pouco o exemplo, pense no sistema que você utiliza no seu trabalho. Já imaginou o que aconteceria com você se alguém mal intencionado descobrisse sua senha de acesso? O resultado seria o pior possível. Informações sigilosas poderiam ser divulgadas, contratos poderiam ser desfeitos e o prejuízo poderia custar a saúde financeira de todos os envolvidos. Esse exemplo é simples, mas já é possível entender que todo cuidado é pouco. É necessário encarar a segurança digital da mesma forma que encaramos a nossa segurança bancária. Por isso, confira 04 dicas para ter uma senha mais segura e evitar  transtornos no futuro. Dica 01: Não use a mesma senha em vários sites. A maioria dos sites utiliza o e-mail como forma de login, então se você mantém a mesma senha para todos, com certeza está facilitando a vida de quem deseja acessar as suas plataformas de maneira indevida. Evite essa prática, tente usar uma senha para cada plataforma. Dica 02: Aposte em senhas longas Senhas longas são mais difíceis de serem descobertas e decifradas, por isso sempre tente ultrapassar os caracteres mínimos exigidos pelo site. Se possível, mescle letras maiúsculas com minúsculas e utilize caracteres especiais. Dica 03: JAMAIS use datas especiais ou nomes de familiares Para não esquecer a senha, em muitos casos, datas especiais são “escaladas” para essa nobre função. O problema é que qualquer pessoa que tenha conversado com você por alguns minutos, pode descobrir com facilidade qual é a combinação escolhida para sua senha. Por isso, vale a pena usar e abusar do geradores de senhas que, combina números, letras e caracteres aleatoriamente para que você não corra o risco de criar uma combinação tendenciosa e fácil de ser descoberta. Dica 04: Mude a sua senha sempre. Tente mudar periodicamente a sua senha. Estipule um “prazo de validade” para cada senha e no fim desse período troque a combinação. Essa medida também é essencial para garantir a sua segurança. Equipe CENTI

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e-Social: Descubra como ele pode afetar a gestão de recursos humanos do seu município

O e-Social é um sistema que foi inicialmente implementado em organizações que realizavam o processo de contratação pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). No entanto, estima-se que a partir de janeiro de 2019 o sistema em questão deverá ser adotado nas instituições públicas. A ideia é que o e-Social unifique os sistemas de recursos humanos, centralizando em uma única ferramenta, as obrigatoriedades trabalhistas previdenciárias e fiscais até o momento em todo o território nacional, objetivando a redução de custos e aumento de produtividade do empregador. O processo de implantação acontecerá durante o primeiro semestre de 2019, de maneira gradual para que as organizações se adaptem à nova ferramenta sem quaisquer transtornos. Na primeira etapa deverão ser inseridas apenas as informações referentes  os órgãos empregadores. Em seguida, durante o mês de março torna-se obrigatório o envio de informações sobre os servidores e/ou colaboradores e seus respectivos vínculos tais como, se foram admitidos, desligados ou afastados. Em maio deste mesmo ano, deverão ser enviadas as informações sobre as folhas de pagamento. Vale ressaltar que, as três primeiras etapas serão implementadas em aproximadamente 60 dias. Entretanto no mês de junho, acontecerá a substituição da Guia de Informações à Previdência (GFIP) e compensação cruzada. Por fim, em julho para encerrar esse ciclo de implementação deverão ser enviados os dados relacionados à segurança e saúde do trabalhador. Equipe CENTI

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Como a realidade aumentada pode melhorar a administração?

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Em 2016 foi lançado o jogo Pokémon Go. Ele prometia transportar através da tecnologia os cenários, dinâmicas e personagens da história original para a “realidade”. Tudo isso para que você viva a experiência de se tornar um mestre Pokémon, aí mesmo, na sua casa.

Apesar de criativo, o jogo não foi inovador pois utilizou uma tecnologia que já existe há algum tempo: a Realidade Aumentada (RA). Nela, o usuário “permanece” no mundo real, mas a tecnologia se encarrega de complementar a realidade com alguns elementos virtuais. Ela funciona de maneira completamente diferente da Realidade Virtual (VR), pois se nesta última o usuário é transportado para um novo universo com o auxílio de óculos especiais e outros equipamentos. Na Realidade Aumentada, a dimensão em que ele está é apenas complementada pela ferramenta.

Essa tecnologia já é muito utilizada no marketing como forma de estimular a interesse do consumidor. E também na arte, como uma estratégia para imersão do apreciador em algumas obras expostas em museus. Mas existem outras aplicações da tecnologia que podem melhorar a vida do administrador dentro da empresa. Ficou curioso? Confira três aplicações práticas da realidade aumentada na administração e gestão de recursos humanos.

01- Treinamento de novos colaboradores.

Com a Realidade Aumentada se tornará muito mais fácil treinar um novo colaborador. Como uma das principais plataformas dessa tecnologia são os smartphones. O funcionário poderá simplesmente apontar a câmera do celular para um determinado ambiente da instituição e conseguirá assistir à uma pequena animação sobre a função daquele departamento. Além disso, os treinamentos se tornaram mais atrativos graças a interatividade dessa ferramenta.

02- Diga adeus para o crachá

Essa tecnologia também vai facilitar a vida dos profissionais de Recursos Humanos. Com a Realidade Aumentada será possível dar adeus aos incômodos crachás e identificar os colaboradores apenas direcionando a câmera do smartphone para uma pulseira ou algum item criado pela instituição para este fim.

03- Inclusão de pessoas deficientes

A Realidade Aumentada também abre portas para outras possibilidades como a inclusão de deficientes físicos no mercado de trabalho. Aquele profissional que possui conhecimento técnico, mas não consegue executar a atividade por algum impedimento físico pode ministrar instruções para que outro colaborador execute a atividade. Unindo o seu conhecimento a capacidade física do outro. Diminuindo as barreiras para o deficiente físico.

Equipe CENTI.

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Tecnologia e Saúde: a parceria que promete salvar vidas

Com absoluta certeza a tecnologia faz toda diferença no diagnóstico e tratamento de doenças que até pouco tempo eram consideradas incuráveis. Ela, transformou exames dolorosos, caros e extremamente complexos em análises mais baratas, que não geram dor nem desconforto ao paciente. Um exemplo são exames de angiologia, antigamente quando um médico precisava analisar uma veia o único recurso possível era o cateterismo, mas agora a ressonância magnética com o auxílio de um contraste é capaz de realizar todo trabalho. Como sabemos, a tecnologia acompanha o paciente até mesmo nos momentos mais complexos como em cirurgias e partos. Mas agora, com o avanço dos aplicativos ela também está presente na medicina preventiva, ajudando profissionais da saúde no monitoramento de pacientes que fazem tratamento há longo prazo, como os que estão engajados em um projeto de reeducação alimentar. O paciente pode, através do aplicativo, informar diariamente o profissional sobre o andamento do plano alimentar e inserir outras informações sobre a sua saúde que podem influenciar no processo. Nesse momento surge um grande banco de informações - o famoso “Big Data” que em um futuro próximo pode fazer toda diferença no diagnóstico dos pacientes.   O BIG DATA FAZ BEM PARA A SAÚDE A ideia de cruzar informações não surgiu na área da saúde. O marketing e a economia já haviam entendido o poder do Big Data. A área da saúde começou a utilizar essas informações há pouco tempo, mas, mesmo sendo uma iniciativa recente a ideia tem tudo para facilitar a vida do profissional e do paciente. Com poucas informações relacionadas ao comportamento e biotipo de uma pessoa, já é possível saber qual é a probabilidade que ela tem de sofrer um AVC ou infarto nos próximos meses, compreender o grau de obesidade em que ela se encontra e descobrir se ela possui algum distúrbio do sono ou não.Essas informações são valiosas, para garantir a qualidade de vida de muitas pessoas e até mesmo salvar a vida de muitos pacientes. Equipe CENTI

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