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Matriz de Saldos Contábeis – MSC

Provavelmente você já se deparou com o termo Matriz de Saldos Contábeis, ou simplesmente MSC. Para algumas pessoas, esse termo pode ser um tanto quanto abstrato, não é mesmo?  Por isso, resolvemos destacar as principais informações sobre o assunto. Assim, podemos explicar realmente o que é a MSC, sua fundamentação legal, quem deve enviar e demais características que são muito importantes para você, profissional que atua na área de contabilidade pública nos municípios, estados e também na esfera federal.  A Matriz de Saldos Contábeis, ou simplesmente MSC, é uma estrutura de dados desenvolvida pelo Tesouro Nacional (STN) pensando na transmissão de informações contábeis e fiscais dos entes da Federação utilizando o Siconfi (Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro). Isso significa mais transparência para todos. As cidades que não são capitais têm até 31 de julho para publicarem suas informações de janeiro a junho por meio da MSC.  A Centi exporta a Matriz de Saldos Contábeis? Sim! Este pode ser realizado através da tela “PC013 - Exportação Matriz Contábil”, gerando arquivo em formato .ZIP, contendo arquivo .CSV que deverá ser importado no sistema de envio através do portal do Siconfi. Esta exportação é feita de maneira simples e intuitiva, existindo também a tela “CO427 - Cubo saldo matriz contábil” para devidas verificações. 

Mas, afinal de contas, o que é a MSC? A MSC possui os seguintes objetivos: 
  • automatizar a elaboração dos relatórios;
  • melhorar a qualidade da informação pública, permitindo comparações;
  • permitir análises mais eficazes e transparentes.
A MSC é uma estrutura básica para o envio de informações contábeis (uma espécie de balancete) baseada nas contas do PCASP, associadas a atributos e informações complementares. Por meio dela, os entes enviam os saldos e movimentações das suas contas e informações auxiliares que permitem a elaboração dos principais demonstrativos contábeis e fiscais.  Dicas rápidas
  1. A Matriz de Saldos Contábeis deve ser enviada de forma agregada somente pelo Poder Executivo. Isso quer dizer que as informações dos demais poderes e órgãos deverão estar destacados utilizando a informação complementar “Poder / Órgão – PO”.
  1. O leiaute e as informações complementares são válidos para exercícios específicos, de acordo com Portaria publicada pela Secretaria do Tesouro Nacional.
  1. Caso o ente não adote ou adote parte das informações nos padrões solicitados pela MSC, ele deverá realizar um De-Para. Esse procedimento pode ser feito tanto no Siconfi quanto fora dele (nos sistemas dos entes).
  1. A ferramenta de De-Para do Siconfi não realiza mapeamentos automáticos. Porém, uma vez realizado o mapeamento, ele pode ser copiado para exercícios seguintes. Caso a tabela do ente seja alterada, somente as informações diferentes deverão ser mapeadas.
  1. A MSC será dividida em dois tipos: a MSC Agregada e a de Encerramento. A MSC Agregada será mensal e será responsável pela geração dos relatórios fiscais (Relatório Resumido da Execução Orçamentária – RREO e Relatório de Gestão Fiscal – RGF). Já a MSC de Encerramento terá periodicidade anual, sendo responsável pela geração da Declaração das Contas Anuais – DCA.
  1. Uma vez carregada no Siconfi, a MSC não poderá ser excluída. Porém, poderá ser reenviada, salvo nos seguintes casos:
    1. Disposição contrária do respectivo Tribunal de Contas;
    2. A MSC tenha gerado um relatório (RREO, RGF e DCA) que tenha sido assinado. Nesse caso, a assinatura deve ser quebrada para o reenvio da nova MSC;
    3. A MSC tenha gerado um relatório que tenha sido homologado. Nesse caso, a alteração deve ser feita no relatório, incluindo notas explicativas.
  1. No caso de reenvio da MSC pelo Poder Executivo, os rascunhos das declarações dos outros poderes gerados serão, também, substituídos.
  1. A Matriz poderá ser carregada no Siconfi utilizando dois formatos: CSV e XBRL GL. Ambos os formatos devem ser zipados antes do carregamento.
  1. No caso do formato CSV, o arquivo deverá estar de acordo com o leiaute publicado válido para o exercício, respeitando algumas definições:
    1. Não deve existir separador de milhares;
    2. Os separadores decimais devem conter “ponto” e não “vírgula”.
    3. A pontuação apresentada nas informações complementares é apenas formatação.
Atente-se ao abrir a MSC em formato CSV nos editores de planilha: caso alguma informação possua zeros à esquerda e caso não seja definido como tipo textual, o editor pode desconsiderá-los, tornando a informação incompatível.  Se você é contador e tem dúvidas sobre como preencher a MSC, entre em contato com o nosso suporte por telefone e/ou WhatsApp através do número 62 3922-3044.

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O que muda no Projeto de Orçamento Municipal em 2019?

O prazo para enviar o Projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2019 para a Câmara do seu município encerra-se no dia 30 de agosto. A principal novidade é que  ocorreram várias alterações no ementário da receita orçamentária para o próximo exercício, sendo incluídos novos elementos de receitas e exclusão de outros. Observando as informações apresentadas na Portaria nº 388 publicada na edição do Diário Oficial da União do dia 15 de junho de 2018, sobre o desdobramento da classificação por natureza da receita orçamentária para aplicação no âmbito dos Estados, Distrito Federal e Municípios, o Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás (TCM/GO) publicou em seu portal, a tabela de codificação de receitas que será válida para 2019. É válido ressaltar que a nova tabela do ementário de receitas leva em consideração as novas codificações que foram publicadas no site Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e que o TCM/GO acatou e disponibilizou em seu portal, layout da remessa eletrônica do Plano Plurianual (PPA), Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Lei de Orçamento Anual (LOA) referente ao exercício do próximo ano que deverão entregues até 31/01/2019. Equipe CENTI  

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Por que devo ter uma senha segura?

Redes sociais, e-mails, nuvens e streamings. Você pode até acessar essas plataformas todos os dias mas, provavelmente nunca pensou na quantidade de informações pessoais que disponibiliza apenas por utilizá-las. Isso acontece por vivermos na era da ascensão digital e que muitas vezes, não nos damos conta de quantas informações pessoais estão sendo disponibilizadas em uma simples rede social. Afinal a mesma rotina que incorporou a internet em nosso cotidiano, muitas vezes nos faz esquecer que se um simples e-mail cair em mãos erradas, poderá ocorrer estragos para os envolvidos. Agora modifique um pouco o exemplo, pense no sistema que você utiliza no seu trabalho. Já imaginou o que aconteceria com você se alguém mal intencionado descobrisse sua senha de acesso? O resultado seria o pior possível. Informações sigilosas poderiam ser divulgadas, contratos poderiam ser desfeitos e o prejuízo poderia custar a saúde financeira de todos os envolvidos. Esse exemplo é simples, mas já é possível entender que todo cuidado é pouco. É necessário encarar a segurança digital da mesma forma que encaramos a nossa segurança bancária. Por isso, confira 04 dicas para ter uma senha mais segura e evitar  transtornos no futuro. Dica 01: Não use a mesma senha em vários sites. A maioria dos sites utiliza o e-mail como forma de login, então se você mantém a mesma senha para todos, com certeza está facilitando a vida de quem deseja acessar as suas plataformas de maneira indevida. Evite essa prática, tente usar uma senha para cada plataforma. Dica 02: Aposte em senhas longas Senhas longas são mais difíceis de serem descobertas e decifradas, por isso sempre tente ultrapassar os caracteres mínimos exigidos pelo site. Se possível, mescle letras maiúsculas com minúsculas e utilize caracteres especiais. Dica 03: JAMAIS use datas especiais ou nomes de familiares Para não esquecer a senha, em muitos casos, datas especiais são “escaladas” para essa nobre função. O problema é que qualquer pessoa que tenha conversado com você por alguns minutos, pode descobrir com facilidade qual é a combinação escolhida para sua senha. Por isso, vale a pena usar e abusar do geradores de senhas que, combina números, letras e caracteres aleatoriamente para que você não corra o risco de criar uma combinação tendenciosa e fácil de ser descoberta. Dica 04: Mude a sua senha sempre. Tente mudar periodicamente a sua senha. Estipule um “prazo de validade” para cada senha e no fim desse período troque a combinação. Essa medida também é essencial para garantir a sua segurança. Equipe CENTI

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e-Social: Descubra como ele pode afetar a gestão de recursos humanos do seu município

O e-Social é um sistema que foi inicialmente implementado em organizações que realizavam o processo de contratação pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). No entanto, estima-se que a partir de janeiro de 2019 o sistema em questão deverá ser adotado nas instituições públicas. A ideia é que o e-Social unifique os sistemas de recursos humanos, centralizando em uma única ferramenta, as obrigatoriedades trabalhistas previdenciárias e fiscais até o momento em todo o território nacional, objetivando a redução de custos e aumento de produtividade do empregador. O processo de implantação acontecerá durante o primeiro semestre de 2019, de maneira gradual para que as organizações se adaptem à nova ferramenta sem quaisquer transtornos. Na primeira etapa deverão ser inseridas apenas as informações referentes  os órgãos empregadores. Em seguida, durante o mês de março torna-se obrigatório o envio de informações sobre os servidores e/ou colaboradores e seus respectivos vínculos tais como, se foram admitidos, desligados ou afastados. Em maio deste mesmo ano, deverão ser enviadas as informações sobre as folhas de pagamento. Vale ressaltar que, as três primeiras etapas serão implementadas em aproximadamente 60 dias. Entretanto no mês de junho, acontecerá a substituição da Guia de Informações à Previdência (GFIP) e compensação cruzada. Por fim, em julho para encerrar esse ciclo de implementação deverão ser enviados os dados relacionados à segurança e saúde do trabalhador. Equipe CENTI

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Como a realidade aumentada pode melhorar a administração?

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Em 2016 foi lançado o jogo Pokémon Go. Ele prometia transportar através da tecnologia os cenários, dinâmicas e personagens da história original para a “realidade”. Tudo isso para que você viva a experiência de se tornar um mestre Pokémon, aí mesmo, na sua casa.

Apesar de criativo, o jogo não foi inovador pois utilizou uma tecnologia que já existe há algum tempo: a Realidade Aumentada (RA). Nela, o usuário “permanece” no mundo real, mas a tecnologia se encarrega de complementar a realidade com alguns elementos virtuais. Ela funciona de maneira completamente diferente da Realidade Virtual (VR), pois se nesta última o usuário é transportado para um novo universo com o auxílio de óculos especiais e outros equipamentos. Na Realidade Aumentada, a dimensão em que ele está é apenas complementada pela ferramenta.

Essa tecnologia já é muito utilizada no marketing como forma de estimular a interesse do consumidor. E também na arte, como uma estratégia para imersão do apreciador em algumas obras expostas em museus. Mas existem outras aplicações da tecnologia que podem melhorar a vida do administrador dentro da empresa. Ficou curioso? Confira três aplicações práticas da realidade aumentada na administração e gestão de recursos humanos.

01- Treinamento de novos colaboradores.

Com a Realidade Aumentada se tornará muito mais fácil treinar um novo colaborador. Como uma das principais plataformas dessa tecnologia são os smartphones. O funcionário poderá simplesmente apontar a câmera do celular para um determinado ambiente da instituição e conseguirá assistir à uma pequena animação sobre a função daquele departamento. Além disso, os treinamentos se tornaram mais atrativos graças a interatividade dessa ferramenta.

02- Diga adeus para o crachá

Essa tecnologia também vai facilitar a vida dos profissionais de Recursos Humanos. Com a Realidade Aumentada será possível dar adeus aos incômodos crachás e identificar os colaboradores apenas direcionando a câmera do smartphone para uma pulseira ou algum item criado pela instituição para este fim.

03- Inclusão de pessoas deficientes

A Realidade Aumentada também abre portas para outras possibilidades como a inclusão de deficientes físicos no mercado de trabalho. Aquele profissional que possui conhecimento técnico, mas não consegue executar a atividade por algum impedimento físico pode ministrar instruções para que outro colaborador execute a atividade. Unindo o seu conhecimento a capacidade física do outro. Diminuindo as barreiras para o deficiente físico.

Equipe CENTI.

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