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5 Passos para obter uma equipe mais produtiva

Não adianta fugir. A eficiência da administração pública está diretamente relacionada à produtividade das equipes que a compõem. Afinal ela é o fator determinante para que as demandas sejam atendidas com o menor tempo e eficiência possíveis. Por isso, sabendo da importância de uma equipe altamente produtiva para o sucesso da gestão municipal. Hoje apresentamos cinco passos essenciais para aumentar a produtividade da sua equipe.   01- Motivação: A produtividade está intrinsecamente ligada à motivação do servidor. Mas em alguns casos, o exercício da mesma atividade por um longo período acaba desmotivando-o. Por consequência, executa as tarefas solicitadas com morosidade e desatenção, por isso, o primeiro passo é conversar com cada servidor, verificar a atividade que ele mais se identifica e remanejá-lo para essa função. 02- Determine metas: Sim é comum determinar metas na administração pública, no entanto é necessário delimitá-las de maneira racional, levando em consideração os recursos (humanos e financeiros) e o tempo que será gasto para a execução da meta. Quando ela é alcançada, pode gerar o sentimento de satisfação na equipe, o que favorece o cumprimento de todas as outras ações planejadas. 03- Se livre das distrações: Tanto as grandes quanto as pequenas podem tirar o foco da equipe da execução da atividade principal. Por isso, fique atento ao uso dos celulares, computadores e qualquer outro equipamento ou instrumento que possa impulsionar a procrastinação. A tecnologia na maioria das vezes é uma boa aliada, mas em excesso pode prejudicar a produtividade do grupo. 04- Avalie durante e não apenas no fim: É comum deixar as avaliações de produtividade apenas para o fim do ano. No entanto, avaliações contínuas podem ajudar a equipe na verificação do que está errado e assim sanar vícios que funcionem como empecilho para que ela alcance o seu rendimento máximo. 05- Valorize o cumprimento das metas: Valorize os resultados alcançados por sua equipe e sempre os bonifique quando uma meta for alcançada com sucesso. A premiação não precisa acontecer necessariamente com dinheiro, em alguns casos, um dia de folga pode funcionar muito bem.   Gostou dessas dicas e de alguma forma podem auxiliar na sua gestão? Compartilhe essas ideias com sua equipe, discuta ideias para tornar todo o processo agradável para todos os envolvidos.

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Tributos no Brasil: O que é o ITBI?

Os tributos são as obrigações financeiras criadas por lei, que impõe ao cidadão a tarefa de efetuar o pagamento de parte de sua renda ou patrimônio para que a administração pública realize as ações que lhe foram instituídas durante a criação do imposto. Observando a sua importância para o bom funcionamento da administração, tanto na esfera federal, quanto na estadual ou municipal, hoje começamos uma série informativa sobre os principais tributos brasileiros e vamos falar um pouco mais sobre o ITBI. O ITBI é o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis, sendo um tributo municipal e o seu recolhimento deve ser realizado durante o processo de compra do imóvel. Deste modo, a aquisição só será concluída após o pagamento do imposto. Os prazos para a realização do pagamento podem variar de prefeitura para prefeitura, mas normalmente o seu prazo de vencimento é próximo ao prazo de transmissão do bem. O cálculo do montante que deve ser pago é realizado sobre o valor de mercado do imóvel, por isso a alíquota pode variar consideravelmente de município para município. Por fim, é sempre válido destacar que a principal função do ITBI é permitir que os cidadãos de cada município tenham acesso a serviços como pavimentação das ruas, coleta de lixo, instalação e abastecimento de água tratada, fornecimento de energia elétrica, e outros serviços e projetos relacionados ao fornecimento de infraestrutura adequada para a cidade, o que o torna um imposto imprescindível para o bom funcionamento da administração pública municipal.

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7 Erros da administração pública

  É comum separar um tempo durante o final de ano para refletir sobre o que deu certo e o que deu errado nos últimos meses. Por isso, se realizamos essa avaliação em relação a nossa vida pessoal, porque não fazer do mesmo modo em nosso trabalho? Nele devemos avaliar também quais ações deram certo e rever quais não ofereceram um  resultado interessante ou esperado. Deste modo, tendo em vista a importância do desempenho da administração pública, elencamos o sete principais erros relacionados à contabilidade, planejamento e atividades da administração, que devem ser evitados por você, gestor público, para garantir o bom desenvolvimento do seu município.   01- Ausência de planejamento: O planejamento é uma das etapas principais para o bom desenvolvimento de qualquer organização. Deste modo, dentro administração pública a sua principal função é garantir a boa gestão dos recursos públicos. Infelizmente, é comum perceber que algumas prefeituras ainda aplicam o dinheiro que seria destinado a um fim em outros objetivos, visando resolver um problema emergencial. No entanto, o que elas não percebem, é que acabam criando outro problema, pois existem chances consideráveis do TCM (Tribunal de Contas dos Municípios) rejeitar a ação. 02- Respeito aos prazos: Com os inúmeros prazos a serem obedecidos é comum que o gestor se perca em meio às tantas datas e às vezes se esqueça de alguns compromissos.  Mas o grande problema é que o não cumprimento do prazo de entrega de documentos pode acarretar possíveis penalidades para o município. 03- Falta de integração entre departamentos: Em municípios menores é comum que diferentes setores como: saúde, educação, lazer e outros, trabalhem sem compartilhar informações, o que prejudica consideravelmente o desempenho financeiro do município pois a probabilidade que ocorram erros de informação é relevante, o que influencia diretamente as fontes de arrecadação. 04- Ausência de capacitação: As pessoas que administram os recursos públicos devem estar capacitadas para tal. Principalmente se elas ocuparem cargos relacionados à contabilidade e a tesouraria. A ausência de capacitação pode gerar uma gestão financeira  irresponsável o que pode prejudicar a prefeitura na hora da aplicação dos recursos. 05- Falta de transparência: Mesmo observando os princípios da LAI (Lei de Acesso a Informação), é comum muitos administradores não publicarem de maneira adequada as informações sobre as atividades financeiras da administração, o que pode deixar o cidadão receoso sobre a eficiência da gestão pública municipal e prejudicar as atividades  da gestão. 06- Fique atento à legislação: Sim, essa é a tarefa de casa do administrador público, mas não é realizada com a dedicação necessária e às vezes, erros relevantes estão intimamente relacionados à simples ausência de atenção à legislação que rege a atividade. 07- Falta de investimentos em recursos: Em alguns órgãos a infraestrutura é deixada de lado e infelizmente não existem equipamentos, sistemas informatizados e tão pouco equipamentos adequados para a realização da gestão. O que pode prejudicar a administração futuramente, gerando o efeito “bola de neve” na hora de reunir os dados para realizar a prestação de contas. A ausência de equipamentos, prejudica a coleta de informação, o que influencia diretamente nos dados apresentados na prestação.   E aí? Você se identificou com algum erro? Que tal aproveitar 2019 e evitar esses erros? O seu município, com certeza, vai agradecer!

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Como funciona a Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) é a lei que estabelece as diretrizes para confecção da Lei Orçamentária Anual (LOA). Ela contém as metas, prioridades e despesas de capital do governo municipal, estadual e federal para o exercício financeiro do ano seguinte, sendo o documento que determina qual será o orçamento anual do Legislativo, Judiciário e Ministério Público e quais serão as alterações da legislação tributária, dispondo sobre gastos com colaboradores e política fiscal.

A LDO funciona como um ajuste anual das metas determinadas no Plano Plurianual – PPA, sendo pensado de maneira estratégica, visando metas sólidas e consistentes. Por isso, a LDO delimita exatamente o que será e o que não será possível realizar no próximo exercício financeiro, de acordo com as expectativas e o orçamento previsto para o próximo ano.

No caso dos municípios, a gestão de recursos públicos na LDO exige do legislativo o estudo prévio sobre o valor da receita (que varia conforme a arrecadação do município) e da despesa necessários à execução do plano de ação da prefeitura. De modo geral, o orçamento municipal serve para estabelecer o planejamento do Município em curto prazo (exercício financeiro – 1° de janeiro a 31 de dezembro) e médio prazo (Plano Plurianual – 4 anos), discriminando as ações, projetos e atividades que a Administração pretende realizar com o dinheiro público.

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A IMPLANTAÇÃO DO E-SOCIAL FOI ADIADA PARA 2020

O E-social é uma ferramenta que unifica e centraliza os dados relacionados aos recursos humanos em instituições privadas e públicas. Ele reúne em um só lugar as obrigações previdenciárias e fiscais. E será implantado em todo Brasil, reduzindo custos e tempo do empregador, o que garante um aumento considerável da produtividade da instituição.

O processo de implantação aconteceria de maneira gradual e deveria ser finalizado no primeiro semestre de 2019. No entanto, devido à Resolução nº 5 publicada em 02 de outubro de 2018, no Diário Oficial da União, essa data foi alterada e o início da implantação para o 4º grupo, que compreende os entes públicos, integrantes da Administração Pública (ambas do Anexo V da Instrução Normativa RFB nº 1.634, de 2016), deverá acontecer em janeiro de 2020, garantindo maior prazo para implantação do sistema nessas instituições.

Se você ainda tem dúvidas sobre o funcionamento do e-social e deseja saber mais sobre as datas de implantação do sistema nas instituições públicas, sugerimos que acesse a resolução disponível no link: https://goo.gl/KRdqy4 e fique atento ao portal “Imprensa Nacional”, onde será divulgado o calendário atualizado com as novas datas da implantação do e-Social.

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