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6 Passos para realizar uma reunião de brainstorm com sucesso

A tradução literal da palavra brainstorm para o português é “chuva de ideias”. Nessa técnica reúne-se as pessoas com mais experiência ou com mais conhecimento sobre o assunto para pensarem juntas em soluções criativas para a resolução de um problema. A técnica funciona muito bem quando o objetivo é fazer aquele colaborador tímido expressar o seu ponto de vista ou quando é necessário extrair o conhecimento de colaboradores com mais tempo de casa. Afinal ela dá liberdade para que todos contribuam. Se você já tentou implementar essa técnica na sua empresa ou instituição, mas ainda não sabe como fazer, confira abaixo os seis passos que você deve seguir para a garantir a realização de uma reunião brainstorm de sucesso. 1. Reuniões curtas O brainstorm sempre começa com uma reunião curta de no máximo 30 minutos para que todos mantenham o foco no assunto principal. Como o objetivo é falar todas as ideias que vêm a mente para solucionar o problema em muitos casos é comum que com o passar do tempo a pessoas se dispersem, por isso fique de olho no relógio para que o tempo não ultrapasse muito essa marca. 2. Incentive ideias malucas Quando os colaboradores se sentem livres para dar qualquer ideia “maluca” eles se sentem indiretamente autorizados a pensar e a se expressar sem se sentirem reprimidos pela opinião dos outros o que automaticamente dá espaço para que ideias coerentes e mais realistas também surjam. 3. Dê espaço para todos. Tente estimular a participação das pessoas mais tímidas do grupo. Ofereça oportunidades de fala e sempre pergunte a opinião delas a respeito da ideia que está sendo discutida. Ela pode oferecer um ponto de vista interessante que ainda não foi discutido pelo grupo. 4. Deixe as críticas para depois Criticar as ideias dos seus colegas e até mesmo as suas pode ocasionar um bloqueio criativo em todo grupo o que não é nada produtivo para o processo de brainstorm. 5. Escolha alguns fiscais para te auxiliar na tarefa Como a proposta é não reprimir nenhuma ideia, em muitos casos, podem aparecer sugestões que talvez sejam muito caras ou extremamente difíceis de serem executadas. Para facilitar o processo “garimpo” das soluções, eleja alguns participantes como fiscais. Eles são responsáveis por verificar a viabilidade de cada ideia e só repassam aquelas que realmente podem ser executadas. 6. Não tenha medo de se inspirar na ideia dos outros. O ditado que afirma que “duas cabeças pensam melhor do que uma” está certo. A técnica do brainstorm tem como principal objetivo favorecer o processo de criação em conjunto, por isso não tenha medo de aprimorar a ideia do outro para alcançar a solução esperada.  

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O que é Machine Learning?

Machine Learning ou Aprendizado de Máquina é o termo utilizado para nomear a capacidade de um computador aprender sozinho. Essa habilidade é a base de várias invenções atuais como veículos que não precisam de motoristas para serem guiados e programas de detecção de fraude em cartões crédito. Em resumo “ela é um tipo de inteligência artificial que permite que os computadores tomem decisões baseadas em algoritmos que reconhecem padrões e se tornam capazes de fazer previsões” - Marcelo Taz (2017).

O termo nasceu durante uma conferência em 1956. Mas desde 1952 o engenheiro Arthur Samuel já realizava experimentos relacionados ao tema. Ele escreveu um programa que tornava possível um computador jogar damas com um humano. E a cada novo jogo o computador aprendia novas estratégias e por consequência melhorava a sua habilidade.

Com o tempo o Aprendizado de Máquina foi inserido em diversas tecnologias que utilizamos no cotidiano. Um exemplo, são as rotas sugeridas no Waze, as postagens indicadas para você no Instagram, Facebook e Twitter. Os vídeos recomendados no Youtube e até mesmo os anúncios que você vê diariamente no Gmail. Em todos eles a máquina utilizou essa ferramenta para desenvolver a ação.

Mas se você achou que tudo acontecia de modo exato se enganou completamente. Ao contrário dos humanos, as máquinas não possuem nenhum medo de errar e para acertar realizam inúmeros testes de tentativa e erro. Quando conseguem acertar compartilham o resultado imediatamente umas com as outras (a gente deveria seguir mais vezes o exemplo delas).

Se você se interessou pelo assunto recomendamos que você assista o Vídeo da Data Science Brigade sobre o tema.

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Como melhorar o seu tipo de liderança?

 

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Ao longo da nossa trajetória, nos deparamos com vários líderes. Isso acontece, pois desde o início da vida sempre contamos com a presença dessa figura para unir e motivar várias pessoas por um objetivo em comum.

A quantidade de líderes que encontramos diariamente nos faz esquecer que a origem da função de cada um não vem da mesma motivação ou oportunidade. Alguns por exemplo, foram instituídos por uma votação como acontece com o Presidente da República ou até mesmo com o representante de sala da sua turma da faculdade. Outros por um status social como o padre ou pastor da sua igreja. Além deles, também existem os líderes que assumiram essa posição por causa da sua função em uma empresa, eles exercem a liderança para garantir que os membros da equipe executem a tarefa solicitada pela organização, da melhor maneira possível.

Normalmente, eles se destacam por conhecerem muito bem a instituição em que trabalham e em alguns casos dominar com maestria a principal tarefa executada pela equipe que lideram. No entanto, ao contrário do que normalmente acontece no primeiro e no segundo caso, nem sempre esse líder possui um talento nato para a liderança. O que pode dificultar e muito a tarefa dele de guiar a equipe para os objetivos da organização.

ESTILOS DE LIDERANÇA

Uma forma de sanar esse problema é descobrir qual é o seu estilo de liderança e desenvolver uma estratégia para melhorá-lo.

Segundo a Administração estilo de liderança é a maneira como o líder exerce a sua função dentro de um grupo. De acordo com o conceito existem três estilos: o estilo autocrático, o liberal e o situacional.

No estilo autocrático encontramos um líder centralizador. Ele gosta de tomar as decisões sozinho e raramente oferece espaço para que alguém dê alguma opinião. Os membros dessa equipe podem se sentir desmotivados com facilidade pois não se sentem integrados na organização. Se você se enquadra nesse perfil, uma boa sugestão é aprender a ouvir mais. Dê espaço para que os colaboradores deem opiniões e aprenda que nem sempre você estará certo. Esse pode ser o segredo para engajar quem está sob a sua liderança.

O estilo liberal é exatamente o oposto, aqui o líder acredita que os colaboradores já são maduros o suficiente para saberem o que estão fazendo, por isso, ele deixa as coisas correrem de um jeito mais solto, com cobranças nulas ou quase inexistentes. Com o passar do tempo quando os membros percebem que não precisam prestar contas de suas atividades, o rendimento da equipe cai quase que por completo. Nesse caso, a sugestão para o líder é bem simples. Respire fundo, observe as métricas e comece a cobrar resultados da sua equipe baseado nos principais indicadores de qualidade da sua organização. Não tenha medo, a sua equipe de certa forma espera essa postura de você.

Por fim, encontramos o estilo situacional. Nele o líder alcançou o equilíbrio. Aqui ele já sabe que deve se posicionar de maneira diferente de acordo com cada situação e pessoa. Se você já chegou nesse estágio provavelmente já possui alguma experiência como líder. Por isso a dica aqui é bem simples, não se acomode. Um bom líder busca sempre aprender sobre novas estratégias, ferramentas e tecnologias para não ser pego de surpresa. Tente se manter “antenado” nas novidades para trilhar um caminho de sucesso.

Equipe CENTI.

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As maneiras que a internet das coisas pode modificar a nossa rotina.

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Depois de um longo dia de trabalho, você vai até a catraca biométrica do seu escritório, posiciona o polegar no sensor biométrico e tem a passagem liberada para sair do prédio. Enquanto isso acontece, a catraca envia os dados referentes ao horário da sua saída para o sistema de recursos humanos da empresa, que automaticamente verifica se o horário é compatível com a sua carga horária ou não.

Você segue para o estacionamento, entra no carro e conecta o seu smartphone ao veículo através do Android Auto ou do Apple CarPlay. Durante o caminho, você ouve as suas músicas favoritas no Spotify, e liga para o delivery pedindo uma pizza de calabresa sem cebola. Após a ligação, você finalmente chega ao seu condomínio.

Você chega no prédio, estaciona o carro, pega o elevador e finalmente entra no seu apartamento. Caminha até a geladeira para pegar um copo de água e lê no visor do eletrodoméstico o aviso: “Compre Refrigerante”. Você prontamente, liga para o delivery e pede para acrescentar esse item ao seu pedido.

Após algum tempo, o interfone toca, o entregador chegou. Ele se identificou para a portaria digital. Uma atendente verificou através da câmera que foi instalada na entrada do prédio que ele poderia fazer a entrega. Você encontra o entregador, pega a encomenda e finalmente vai aproveitar a sua pizza.

Muito mais do que apenas uma “historinha".

A narrativa pode até parecer rotineira para você. Mas na realidade é uma pequena representação do quanto a Internet das Coisas (Internet of Things ou IoT em inglês) já é uma realidade na vida de muita gente. Para quem não sabe, ela é o fenômeno tecnológico que conecta os itens usados no dia a dia à rede mundial de computadores, fazendo com que a catraca do seu trabalho, o seu carro, a sua geladeira e até mesmo o sistema de portaria do seu prédio utilizem a internet para facilitar a sua vida.

Essas evoluções vão muito além do que vivemos atualmente, no futuro será possível viver em casas inteiramente equipadas com itens conectados pela internet. Além disso, veremos a introdução dela em outras áreas como prevê o Plano Nacional de IoT lançado pelo governo federal no ano passado.

O Plano prevê um conjunto de políticas, ações e estratégias para a implantação da Internet das Coisas como ferramenta para o desenvolvimento de melhorias na Saúde, Agronegócio, Industria e Cidades. O plano prevê que essas ações sejam implantadas entre 2018 e 2022. O principal objetivo do plano é melhorar a prestação de serviços públicos e privados, através da inovação e do desenvolvimento de novas tecnologias. Promovendo assim um país muito melhor.

Equipe CENTI,

 

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Como a administração pública se comunica?

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Como em qualquer outra organização, os órgãos da Administração Pública também precisam se relacionar de maneira estratégica com os seus clientes. Isto acontece, pois aqui a opinião deles vale ainda mais, afinal o cidadão é cliente e sócio ao mesmo tempo, ele recebe os serviços e investe na administração quando paga impostos. Deste modo, ter uma boa comunicação significa ter um bom relacionamento com o cidadão. Por isso, é necessário escolher estrategicamente qual é a melhor maneira para o seu órgão se comunicar. A estratégia pode variar de acordo com a situação e com as pessoas envolvidas. Sabendo disso, hoje vamos apresentar os três modelos mais utilizados de comunicação para você se espelhar e implantar na sua instituição.
  1. Comunicação Governamental
Nessa vertente a comunicação acontece entre gestor e cidadão. O prefeito, vereador, deputado ou qualquer outro membro da administração que tenha um cargo eletivo, se comunica diretamente com o cidadão por meio de audiências, encontros em bairros e etc. O objetivo aqui é promover um bom relacionamento entre o gestor e o cidadão, para evitar degastes durante a administração e o bom andamento do governo.
  1. Comunicação Organizacional.
Aqui o objetivo é diferente, quando a administração pública precisa se comunicar com algum parceiro (alguém que tenha vencido a licitação de uma obra por exemplo) ela utiliza a vertente organizacional. Aqui o objetivo é estabelecer uma boa relação com a outra empresa para que a execução da obra ou do serviço aconteça de maneira correta. Então, reuniões para feedback e qualquer outra ferramenta para aproximação e acompanhamento é fundamental. 03 – Comunicação Pública Como o próprio nome diz, essa é a vertente tradicional e a mais utilizada. Ela visa a difusão de temas de interesse público, relacionados a direitos e deveres do cidadão. Como ela precisa alcançar um número maior de pessoas, e-mails e correspondências ainda são os meios mais eficazes para sua realização. Apesar de parecer óbvia, como vimos, nem sempre ela será a melhor alternativa. Devendo ser utilizada apenas quando o órgão precisa se aproximar do cidadão. Equipe CENTI

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