(62) 3922 3044      contato@centi.com.br

Como a realidade aumentada pode melhorar a administração?

12_810x251

Em 2016 foi lançado o jogo Pokémon Go. Ele prometia transportar através da tecnologia os cenários, dinâmicas e personagens da história original para a “realidade”. Tudo isso para que você viva a experiência de se tornar um mestre Pokémon, aí mesmo, na sua casa.

Apesar de criativo, o jogo não foi inovador pois utilizou uma tecnologia que já existe há algum tempo: a Realidade Aumentada (RA). Nela, o usuário “permanece” no mundo real, mas a tecnologia se encarrega de complementar a realidade com alguns elementos virtuais. Ela funciona de maneira completamente diferente da Realidade Virtual (VR), pois se nesta última o usuário é transportado para um novo universo com o auxílio de óculos especiais e outros equipamentos. Na Realidade Aumentada, a dimensão em que ele está é apenas complementada pela ferramenta.

Essa tecnologia já é muito utilizada no marketing como forma de estimular a interesse do consumidor. E também na arte, como uma estratégia para imersão do apreciador em algumas obras expostas em museus. Mas existem outras aplicações da tecnologia que podem melhorar a vida do administrador dentro da empresa. Ficou curioso? Confira três aplicações práticas da realidade aumentada na administração e gestão de recursos humanos.

01- Treinamento de novos colaboradores.

Com a Realidade Aumentada se tornará muito mais fácil treinar um novo colaborador. Como uma das principais plataformas dessa tecnologia são os smartphones. O funcionário poderá simplesmente apontar a câmera do celular para um determinado ambiente da instituição e conseguirá assistir à uma pequena animação sobre a função daquele departamento. Além disso, os treinamentos se tornaram mais atrativos graças a interatividade dessa ferramenta.

02- Diga adeus para o crachá

Essa tecnologia também vai facilitar a vida dos profissionais de Recursos Humanos. Com a Realidade Aumentada será possível dar adeus aos incômodos crachás e identificar os colaboradores apenas direcionando a câmera do smartphone para uma pulseira ou algum item criado pela instituição para este fim.

03- Inclusão de pessoas deficientes

A Realidade Aumentada também abre portas para outras possibilidades como a inclusão de deficientes físicos no mercado de trabalho. Aquele profissional que possui conhecimento técnico, mas não consegue executar a atividade por algum impedimento físico pode ministrar instruções para que outro colaborador execute a atividade. Unindo o seu conhecimento a capacidade física do outro. Diminuindo as barreiras para o deficiente físico.

Equipe CENTI.

Leia mais

Como melhorar o seu tipo de liderança?

 

11_810x251

Ao longo da nossa trajetória, nos deparamos com vários líderes. Isso acontece, pois desde o início da vida sempre contamos com a presença dessa figura para unir e motivar várias pessoas por um objetivo em comum.

A quantidade de líderes que encontramos diariamente nos faz esquecer que a origem da função de cada um não vem da mesma motivação ou oportunidade. Alguns por exemplo, foram instituídos por uma votação como acontece com o Presidente da República ou até mesmo com o representante de sala da sua turma da faculdade. Outros por um status social como o padre ou pastor da sua igreja. Além deles, também existem os líderes que assumiram essa posição por causa da sua função em uma empresa, eles exercem a liderança para garantir que os membros da equipe executem a tarefa solicitada pela organização, da melhor maneira possível.

Normalmente, eles se destacam por conhecerem muito bem a instituição em que trabalham e em alguns casos dominar com maestria a principal tarefa executada pela equipe que lideram. No entanto, ao contrário do que normalmente acontece no primeiro e no segundo caso, nem sempre esse líder possui um talento nato para a liderança. O que pode dificultar e muito a tarefa dele de guiar a equipe para os objetivos da organização.

ESTILOS DE LIDERANÇA

Uma forma de sanar esse problema é descobrir qual é o seu estilo de liderança e desenvolver uma estratégia para melhorá-lo.

Segundo a Administração estilo de liderança é a maneira como o líder exerce a sua função dentro de um grupo. De acordo com o conceito existem três estilos: o estilo autocrático, o liberal e o situacional.

No estilo autocrático encontramos um líder centralizador. Ele gosta de tomar as decisões sozinho e raramente oferece espaço para que alguém dê alguma opinião. Os membros dessa equipe podem se sentir desmotivados com facilidade pois não se sentem integrados na organização. Se você se enquadra nesse perfil, uma boa sugestão é aprender a ouvir mais. Dê espaço para que os colaboradores deem opiniões e aprenda que nem sempre você estará certo. Esse pode ser o segredo para engajar quem está sob a sua liderança.

O estilo liberal é exatamente o oposto, aqui o líder acredita que os colaboradores já são maduros o suficiente para saberem o que estão fazendo, por isso, ele deixa as coisas correrem de um jeito mais solto, com cobranças nulas ou quase inexistentes. Com o passar do tempo quando os membros percebem que não precisam prestar contas de suas atividades, o rendimento da equipe cai quase que por completo. Nesse caso, a sugestão para o líder é bem simples. Respire fundo, observe as métricas e comece a cobrar resultados da sua equipe baseado nos principais indicadores de qualidade da sua organização. Não tenha medo, a sua equipe de certa forma espera essa postura de você.

Por fim, encontramos o estilo situacional. Nele o líder alcançou o equilíbrio. Aqui ele já sabe que deve se posicionar de maneira diferente de acordo com cada situação e pessoa. Se você já chegou nesse estágio provavelmente já possui alguma experiência como líder. Por isso a dica aqui é bem simples, não se acomode. Um bom líder busca sempre aprender sobre novas estratégias, ferramentas e tecnologias para não ser pego de surpresa. Tente se manter “antenado” nas novidades para trilhar um caminho de sucesso.

Equipe CENTI.

Leia mais

As maneiras que a internet das coisas pode modificar a nossa rotina.

2_810x251

Depois de um longo dia de trabalho, você vai até a catraca biométrica do seu escritório, posiciona o polegar no sensor biométrico e tem a passagem liberada para sair do prédio. Enquanto isso acontece, a catraca envia os dados referentes ao horário da sua saída para o sistema de recursos humanos da empresa, que automaticamente verifica se o horário é compatível com a sua carga horária ou não.

Você segue para o estacionamento, entra no carro e conecta o seu smartphone ao veículo através do Android Auto ou do Apple CarPlay. Durante o caminho, você ouve as suas músicas favoritas no Spotify, e liga para o delivery pedindo uma pizza de calabresa sem cebola. Após a ligação, você finalmente chega ao seu condomínio.

Você chega no prédio, estaciona o carro, pega o elevador e finalmente entra no seu apartamento. Caminha até a geladeira para pegar um copo de água e lê no visor do eletrodoméstico o aviso: “Compre Refrigerante”. Você prontamente, liga para o delivery e pede para acrescentar esse item ao seu pedido.

Após algum tempo, o interfone toca, o entregador chegou. Ele se identificou para a portaria digital. Uma atendente verificou através da câmera que foi instalada na entrada do prédio que ele poderia fazer a entrega. Você encontra o entregador, pega a encomenda e finalmente vai aproveitar a sua pizza.

Muito mais do que apenas uma “historinha".

A narrativa pode até parecer rotineira para você. Mas na realidade é uma pequena representação do quanto a Internet das Coisas (Internet of Things ou IoT em inglês) já é uma realidade na vida de muita gente. Para quem não sabe, ela é o fenômeno tecnológico que conecta os itens usados no dia a dia à rede mundial de computadores, fazendo com que a catraca do seu trabalho, o seu carro, a sua geladeira e até mesmo o sistema de portaria do seu prédio utilizem a internet para facilitar a sua vida.

Essas evoluções vão muito além do que vivemos atualmente, no futuro será possível viver em casas inteiramente equipadas com itens conectados pela internet. Além disso, veremos a introdução dela em outras áreas como prevê o Plano Nacional de IoT lançado pelo governo federal no ano passado.

O Plano prevê um conjunto de políticas, ações e estratégias para a implantação da Internet das Coisas como ferramenta para o desenvolvimento de melhorias na Saúde, Agronegócio, Industria e Cidades. O plano prevê que essas ações sejam implantadas entre 2018 e 2022. O principal objetivo do plano é melhorar a prestação de serviços públicos e privados, através da inovação e do desenvolvimento de novas tecnologias. Promovendo assim um país muito melhor.

Equipe CENTI,

 

Leia mais

Tecnologia e Saúde: a parceria que promete salvar vidas

Com absoluta certeza a tecnologia faz toda diferença no diagnóstico e tratamento de doenças que até pouco tempo eram consideradas incuráveis. Ela, transformou exames dolorosos, caros e extremamente complexos em análises mais baratas, que não geram dor nem desconforto ao paciente. Um exemplo são exames de angiologia, antigamente quando um médico precisava analisar uma veia o único recurso possível era o cateterismo, mas agora a ressonância magnética com o auxílio de um contraste é capaz de realizar todo trabalho. Como sabemos, a tecnologia acompanha o paciente até mesmo nos momentos mais complexos como em cirurgias e partos. Mas agora, com o avanço dos aplicativos ela também está presente na medicina preventiva, ajudando profissionais da saúde no monitoramento de pacientes que fazem tratamento há longo prazo, como os que estão engajados em um projeto de reeducação alimentar. O paciente pode, através do aplicativo, informar diariamente o profissional sobre o andamento do plano alimentar e inserir outras informações sobre a sua saúde que podem influenciar no processo. Nesse momento surge um grande banco de informações - o famoso “Big Data” que em um futuro próximo pode fazer toda diferença no diagnóstico dos pacientes.   O BIG DATA FAZ BEM PARA A SAÚDE A ideia de cruzar informações não surgiu na área da saúde. O marketing e a economia já haviam entendido o poder do Big Data. A área da saúde começou a utilizar essas informações há pouco tempo, mas, mesmo sendo uma iniciativa recente a ideia tem tudo para facilitar a vida do profissional e do paciente. Com poucas informações relacionadas ao comportamento e biotipo de uma pessoa, já é possível saber qual é a probabilidade que ela tem de sofrer um AVC ou infarto nos próximos meses, compreender o grau de obesidade em que ela se encontra e descobrir se ela possui algum distúrbio do sono ou não.Essas informações são valiosas, para garantir a qualidade de vida de muitas pessoas e até mesmo salvar a vida de muitos pacientes. Equipe CENTI

Leia mais

Como a administração pública se comunica?

1_810x251

Como em qualquer outra organização, os órgãos da Administração Pública também precisam se relacionar de maneira estratégica com os seus clientes. Isto acontece, pois aqui a opinião deles vale ainda mais, afinal o cidadão é cliente e sócio ao mesmo tempo, ele recebe os serviços e investe na administração quando paga impostos. Deste modo, ter uma boa comunicação significa ter um bom relacionamento com o cidadão. Por isso, é necessário escolher estrategicamente qual é a melhor maneira para o seu órgão se comunicar. A estratégia pode variar de acordo com a situação e com as pessoas envolvidas. Sabendo disso, hoje vamos apresentar os três modelos mais utilizados de comunicação para você se espelhar e implantar na sua instituição.
  1. Comunicação Governamental
Nessa vertente a comunicação acontece entre gestor e cidadão. O prefeito, vereador, deputado ou qualquer outro membro da administração que tenha um cargo eletivo, se comunica diretamente com o cidadão por meio de audiências, encontros em bairros e etc. O objetivo aqui é promover um bom relacionamento entre o gestor e o cidadão, para evitar degastes durante a administração e o bom andamento do governo.
  1. Comunicação Organizacional.
Aqui o objetivo é diferente, quando a administração pública precisa se comunicar com algum parceiro (alguém que tenha vencido a licitação de uma obra por exemplo) ela utiliza a vertente organizacional. Aqui o objetivo é estabelecer uma boa relação com a outra empresa para que a execução da obra ou do serviço aconteça de maneira correta. Então, reuniões para feedback e qualquer outra ferramenta para aproximação e acompanhamento é fundamental. 03 – Comunicação Pública Como o próprio nome diz, essa é a vertente tradicional e a mais utilizada. Ela visa a difusão de temas de interesse público, relacionados a direitos e deveres do cidadão. Como ela precisa alcançar um número maior de pessoas, e-mails e correspondências ainda são os meios mais eficazes para sua realização. Apesar de parecer óbvia, como vimos, nem sempre ela será a melhor alternativa. Devendo ser utilizada apenas quando o órgão precisa se aproximar do cidadão. Equipe CENTI

Leia mais