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e-Social: Descubra como ele pode afetar a gestão de recursos humanos do seu município

O e-Social é um sistema que foi inicialmente implementado em organizações que realizavam o processo de contratação pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). No entanto, estima-se que a partir de janeiro de 2019 o sistema em questão deverá ser adotado nas instituições públicas. A ideia é que o e-Social unifique os sistemas de recursos humanos, centralizando em uma única ferramenta, as obrigatoriedades trabalhistas previdenciárias e fiscais até o momento em todo o território nacional, objetivando a redução de custos e aumento de produtividade do empregador. O processo de implantação acontecerá durante o primeiro semestre de 2019, de maneira gradual para que as organizações se adaptem à nova ferramenta sem quaisquer transtornos. Na primeira etapa deverão ser inseridas apenas as informações referentes  os órgãos empregadores. Em seguida, durante o mês de março torna-se obrigatório o envio de informações sobre os servidores e/ou colaboradores e seus respectivos vínculos tais como, se foram admitidos, desligados ou afastados. Em maio deste mesmo ano, deverão ser enviadas as informações sobre as folhas de pagamento. Vale ressaltar que, as três primeiras etapas serão implementadas em aproximadamente 60 dias. Entretanto no mês de junho, acontecerá a substituição da Guia de Informações à Previdência (GFIP) e compensação cruzada. Por fim, em julho para encerrar esse ciclo de implementação deverão ser enviados os dados relacionados à segurança e saúde do trabalhador. Equipe CENTI

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Como a realidade aumentada pode melhorar a administração?

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Em 2016 foi lançado o jogo Pokémon Go. Ele prometia transportar através da tecnologia os cenários, dinâmicas e personagens da história original para a “realidade”. Tudo isso para que você viva a experiência de se tornar um mestre Pokémon, aí mesmo, na sua casa.

Apesar de criativo, o jogo não foi inovador pois utilizou uma tecnologia que já existe há algum tempo: a Realidade Aumentada (RA). Nela, o usuário “permanece” no mundo real, mas a tecnologia se encarrega de complementar a realidade com alguns elementos virtuais. Ela funciona de maneira completamente diferente da Realidade Virtual (VR), pois se nesta última o usuário é transportado para um novo universo com o auxílio de óculos especiais e outros equipamentos. Na Realidade Aumentada, a dimensão em que ele está é apenas complementada pela ferramenta.

Essa tecnologia já é muito utilizada no marketing como forma de estimular a interesse do consumidor. E também na arte, como uma estratégia para imersão do apreciador em algumas obras expostas em museus. Mas existem outras aplicações da tecnologia que podem melhorar a vida do administrador dentro da empresa. Ficou curioso? Confira três aplicações práticas da realidade aumentada na administração e gestão de recursos humanos.

01- Treinamento de novos colaboradores.

Com a Realidade Aumentada se tornará muito mais fácil treinar um novo colaborador. Como uma das principais plataformas dessa tecnologia são os smartphones. O funcionário poderá simplesmente apontar a câmera do celular para um determinado ambiente da instituição e conseguirá assistir à uma pequena animação sobre a função daquele departamento. Além disso, os treinamentos se tornaram mais atrativos graças a interatividade dessa ferramenta.

02- Diga adeus para o crachá

Essa tecnologia também vai facilitar a vida dos profissionais de Recursos Humanos. Com a Realidade Aumentada será possível dar adeus aos incômodos crachás e identificar os colaboradores apenas direcionando a câmera do smartphone para uma pulseira ou algum item criado pela instituição para este fim.

03- Inclusão de pessoas deficientes

A Realidade Aumentada também abre portas para outras possibilidades como a inclusão de deficientes físicos no mercado de trabalho. Aquele profissional que possui conhecimento técnico, mas não consegue executar a atividade por algum impedimento físico pode ministrar instruções para que outro colaborador execute a atividade. Unindo o seu conhecimento a capacidade física do outro. Diminuindo as barreiras para o deficiente físico.

Equipe CENTI.

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Tecnologia e Saúde: a parceria que promete salvar vidas

Com absoluta certeza a tecnologia faz toda diferença no diagnóstico e tratamento de doenças que até pouco tempo eram consideradas incuráveis. Ela, transformou exames dolorosos, caros e extremamente complexos em análises mais baratas, que não geram dor nem desconforto ao paciente. Um exemplo são exames de angiologia, antigamente quando um médico precisava analisar uma veia o único recurso possível era o cateterismo, mas agora a ressonância magnética com o auxílio de um contraste é capaz de realizar todo trabalho. Como sabemos, a tecnologia acompanha o paciente até mesmo nos momentos mais complexos como em cirurgias e partos. Mas agora, com o avanço dos aplicativos ela também está presente na medicina preventiva, ajudando profissionais da saúde no monitoramento de pacientes que fazem tratamento há longo prazo, como os que estão engajados em um projeto de reeducação alimentar. O paciente pode, através do aplicativo, informar diariamente o profissional sobre o andamento do plano alimentar e inserir outras informações sobre a sua saúde que podem influenciar no processo. Nesse momento surge um grande banco de informações - o famoso “Big Data” que em um futuro próximo pode fazer toda diferença no diagnóstico dos pacientes.   O BIG DATA FAZ BEM PARA A SAÚDE A ideia de cruzar informações não surgiu na área da saúde. O marketing e a economia já haviam entendido o poder do Big Data. A área da saúde começou a utilizar essas informações há pouco tempo, mas, mesmo sendo uma iniciativa recente a ideia tem tudo para facilitar a vida do profissional e do paciente. Com poucas informações relacionadas ao comportamento e biotipo de uma pessoa, já é possível saber qual é a probabilidade que ela tem de sofrer um AVC ou infarto nos próximos meses, compreender o grau de obesidade em que ela se encontra e descobrir se ela possui algum distúrbio do sono ou não.Essas informações são valiosas, para garantir a qualidade de vida de muitas pessoas e até mesmo salvar a vida de muitos pacientes. Equipe CENTI

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Como a administração pública se comunica?

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Como em qualquer outra organização, os órgãos da Administração Pública também precisam se relacionar de maneira estratégica com os seus clientes. Isto acontece, pois aqui a opinião deles vale ainda mais, afinal o cidadão é cliente e sócio ao mesmo tempo, ele recebe os serviços e investe na administração quando paga impostos. Deste modo, ter uma boa comunicação significa ter um bom relacionamento com o cidadão. Por isso, é necessário escolher estrategicamente qual é a melhor maneira para o seu órgão se comunicar. A estratégia pode variar de acordo com a situação e com as pessoas envolvidas. Sabendo disso, hoje vamos apresentar os três modelos mais utilizados de comunicação para você se espelhar e implantar na sua instituição.
  1. Comunicação Governamental
Nessa vertente a comunicação acontece entre gestor e cidadão. O prefeito, vereador, deputado ou qualquer outro membro da administração que tenha um cargo eletivo, se comunica diretamente com o cidadão por meio de audiências, encontros em bairros e etc. O objetivo aqui é promover um bom relacionamento entre o gestor e o cidadão, para evitar degastes durante a administração e o bom andamento do governo.
  1. Comunicação Organizacional.
Aqui o objetivo é diferente, quando a administração pública precisa se comunicar com algum parceiro (alguém que tenha vencido a licitação de uma obra por exemplo) ela utiliza a vertente organizacional. Aqui o objetivo é estabelecer uma boa relação com a outra empresa para que a execução da obra ou do serviço aconteça de maneira correta. Então, reuniões para feedback e qualquer outra ferramenta para aproximação e acompanhamento é fundamental. 03 – Comunicação Pública Como o próprio nome diz, essa é a vertente tradicional e a mais utilizada. Ela visa a difusão de temas de interesse público, relacionados a direitos e deveres do cidadão. Como ela precisa alcançar um número maior de pessoas, e-mails e correspondências ainda são os meios mais eficazes para sua realização. Apesar de parecer óbvia, como vimos, nem sempre ela será a melhor alternativa. Devendo ser utilizada apenas quando o órgão precisa se aproximar do cidadão. Equipe CENTI

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Como proteger as suas informações?

8_810x251 Apesar da Lei de Acesso a Informação defender a ampla divulgação dos dados referentes a Administração Pública, ela também garante que alguns dados sejam mantidos em sigilo para não prejudicar nenhum ente da Administração ou da Sociedade. É claro que na era da Internet, se tornou ainda mais difícil evitar o vazamento de informações sigilosas. Tendo em vista o quanto elas são valiosas em nosso meio. Então, para te ajudar a evitar problemas deste tipo no futuro, hoje vamos sugerir algumas práticas simples para garantir a segurança das informações na sua instituição.

  1. Evite o compartilhamento de senhas
As senhas existem para a proteção do usuário e das informações por ele acessadas. Então, evite o compartilhamento de senhas. Mesmo que você confie e conheça as pessoas, você não sabe se o computador ou o celular que elas utilizam para realizar o acesso está livre malwares (vírus, spywares, cavalos de tróia). Deste modo, todo cuidado é pouco.
  1. Evite senhas fáceis.
Essa dica já é uma velha conhecida, mas em muitas vezes esquecemos de aplicá-la em nosso trabalho. Aqui a regra é a mesma, escolha uma senha, que não se relacione a datas de aniversário, números de telefone. A ideia é deixar a numeração o mais impessoal possível.
  1. Tome cuidado com pendrives.
É uma prática comum armazenar dados em pen drives. No entanto, como são dispositivos pequenos, sempre é interessante, ter atenção e evitar o seu compartilhamento para garantir que as informações contidas nele não transitem indevidamente. Equipe CENTI.  

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