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Tecnologia e Saúde: a parceria que promete salvar vidas

Com absoluta certeza a tecnologia faz toda diferença no diagnóstico e tratamento de doenças que até pouco tempo eram consideradas incuráveis. Ela, transformou exames dolorosos, caros e extremamente complexos em análises mais baratas, que não geram dor nem desconforto ao paciente. Um exemplo são exames de angiologia, antigamente quando um médico precisava analisar uma veia o único recurso possível era o cateterismo, mas agora a ressonância magnética com o auxílio de um contraste é capaz de realizar todo trabalho. Como sabemos, a tecnologia acompanha o paciente até mesmo nos momentos mais complexos como em cirurgias e partos. Mas agora, com o avanço dos aplicativos ela também está presente na medicina preventiva, ajudando profissionais da saúde no monitoramento de pacientes que fazem tratamento há longo prazo, como os que estão engajados em um projeto de reeducação alimentar. O paciente pode, através do aplicativo, informar diariamente o profissional sobre o andamento do plano alimentar e inserir outras informações sobre a sua saúde que podem influenciar no processo. Nesse momento surge um grande banco de informações - o famoso “Big Data” que em um futuro próximo pode fazer toda diferença no diagnóstico dos pacientes.   O BIG DATA FAZ BEM PARA A SAÚDE A ideia de cruzar informações não surgiu na área da saúde. O marketing e a economia já haviam entendido o poder do Big Data. A área da saúde começou a utilizar essas informações há pouco tempo, mas, mesmo sendo uma iniciativa recente a ideia tem tudo para facilitar a vida do profissional e do paciente. Com poucas informações relacionadas ao comportamento e biotipo de uma pessoa, já é possível saber qual é a probabilidade que ela tem de sofrer um AVC ou infarto nos próximos meses, compreender o grau de obesidade em que ela se encontra e descobrir se ela possui algum distúrbio do sono ou não.Essas informações são valiosas, para garantir a qualidade de vida de muitas pessoas e até mesmo salvar a vida de muitos pacientes. Equipe CENTI

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Como a administração pública se comunica?

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Como em qualquer outra organização, os órgãos da Administração Pública também precisam se relacionar de maneira estratégica com os seus clientes. Isto acontece, pois aqui a opinião deles vale ainda mais, afinal o cidadão é cliente e sócio ao mesmo tempo, ele recebe os serviços e investe na administração quando paga impostos. Deste modo, ter uma boa comunicação significa ter um bom relacionamento com o cidadão. Por isso, é necessário escolher estrategicamente qual é a melhor maneira para o seu órgão se comunicar. A estratégia pode variar de acordo com a situação e com as pessoas envolvidas. Sabendo disso, hoje vamos apresentar os três modelos mais utilizados de comunicação para você se espelhar e implantar na sua instituição.
  1. Comunicação Governamental
Nessa vertente a comunicação acontece entre gestor e cidadão. O prefeito, vereador, deputado ou qualquer outro membro da administração que tenha um cargo eletivo, se comunica diretamente com o cidadão por meio de audiências, encontros em bairros e etc. O objetivo aqui é promover um bom relacionamento entre o gestor e o cidadão, para evitar degastes durante a administração e o bom andamento do governo.
  1. Comunicação Organizacional.
Aqui o objetivo é diferente, quando a administração pública precisa se comunicar com algum parceiro (alguém que tenha vencido a licitação de uma obra por exemplo) ela utiliza a vertente organizacional. Aqui o objetivo é estabelecer uma boa relação com a outra empresa para que a execução da obra ou do serviço aconteça de maneira correta. Então, reuniões para feedback e qualquer outra ferramenta para aproximação e acompanhamento é fundamental. 03 – Comunicação Pública Como o próprio nome diz, essa é a vertente tradicional e a mais utilizada. Ela visa a difusão de temas de interesse público, relacionados a direitos e deveres do cidadão. Como ela precisa alcançar um número maior de pessoas, e-mails e correspondências ainda são os meios mais eficazes para sua realização. Apesar de parecer óbvia, como vimos, nem sempre ela será a melhor alternativa. Devendo ser utilizada apenas quando o órgão precisa se aproximar do cidadão. Equipe CENTI

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Como a comunicação interna pode ajudar no desempenho do seu departamento?

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  Como a comunicação interna pode ajudar no desempenho do seu departamento? A Comunicação Interna é a vertente responsável pela transmissão estratégica de mensagens para os colaboradores de uma instituição, empresa ou organização. Quando utilizada de maneira correta, ela evita desentendimentos causados por falhas de comunicação, motiva os colaboradores a desempenharem o seu trabalho de maneira eficiente, facilita o processo de inclusão de novos profissionais e diminui a influência das fofocas no ambiente organizacional. No entanto, em alguns órgãos, a Comunicação Interna é vista como uma ferramenta que pode ser utilizada apenas no setor privado. O que é um grande engano, pois, ela também tem muito a contribuir para o desenvolvimento das equipes dentro do setor público. Afinal, possui como principal objetivo orientar os colaboradores de maneira adequada para que se mantenham alinhados aos objetivos da organização e motivados a cumpri-los. Se você, sentiu vontade de melhorar a Comunicação Interna dentro do seu órgão, confira três estratégias bem simples para desenvolver essa ferramenta dentro da sua instituição.
  1. NÃO TENHA MEDO DE REALIZAR PESQUISAS.
Um dos lemas da comunicação interna é comunicar O QUÊ o colaborador precisa ouvir, da maneira em que ele CONSEGUE ouvir. Muitas vezes, em um órgão público, encontramos pessoas com escolaridades, idades, hábitos e culturas muito diferentes. Isto acontece, pois, o concurso observa apenas os aspectos intelectuais necessários para a ocupação do cargo, o que no fim das contas produz uma equipe em que os servidores não possuem muito em comum. Por isso é importante realizar pesquisas sobre o perfil dos colaboradores e sobre a adesão as ferramentas de comunicação. Afinal, apenas com a realização de pesquisas é possível descobrir se as pessoas preferem participar de uma reunião ou receber um e-mail sobre o assunto. E descobrir qual é a linguagem mais adequada para que os servidores compreendam a mensagem.
  1. FAÇA UM PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO  
Apesar de nos comunicarmos todos os dias, quando falamos de Comunicação Interna é necessário usar e abusar do planejamento. Depois que você concluir a pesquisa, vai conhecer as preferências dos servidores do seu órgão. A partir daí o seu planejamento deve se basear nesses dados para escolher quais canais (e-mail, cartas, reuniões, murais, jornais internos e outros), linguagem (formal e informal) e estratégia são mais adequados para a sua realidade. Se você perceber que alguma coisa está errada, não tenha medo de mudar e alterar o planejamento, tenha em mente, você pode até errar, mas sempre querendo acertar.
  1. QUANDO POSSÍVEL DIMINUA A BUROCRACIA!
Em muitos casos é difícil fugir da burocracia, principalmente quando o assunto é comunicação entre departamentos de um mesmo órgão. Mas se o serviço público já é tão burocrático na hora de atender a solicitação do cidadão, estender essa burocracia para dentro da instituição só dificulta as coisas. Por isso, não tenha medo de desenvolver ações que aproximem departamentos internos. Aposte reuniões, confraternizações, enfim, qualquer estratégia que estimule a aproximação e uma boa relação entre eles. Afinal, o bom desempenho das atividades internas melhora o desempenho da instituição e atendimento ao cidadão. Gostou das sugestões? Então não se esqueça de conferir o nosso blog. Sempre temos uma dica para melhorar o desempenho da sua organização. Equipe CENTI

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Você realmente conhece a história de Brasília?

6_810x251 A História de Brasília já foi tema de séries, filmes e documentários. No entanto, ao contrário do que muita gente imagina, a vontade de construir uma capital no interior do Brasil não nasceu no Plano Metas do Presidente Juscelino Kubitschek.  Desde o fim do século XVlll, pessoas como o Marquês de Pombal e membros do movimento da Inconfidência Mineira já cogitava a transferência da capital para o coração do Brasil. Desde então, com o passar do tempo a construção da nova capital se tornou tão almejada que a Constituição de 1891 reservou a área que posteriormente seria destinada ao Quadrilátero Cruls, região onde está localizado o Distrito Federal. Para isso, em 1982, o então presidente Floriano Peixoto determinou que uma equipe composta por geólogos, botânicos, médicos, engenheiros e outros profissionais, viesse até o Planalto Central para verificar viabilidade do projeto e demarcar a área de 14.400 Km² para a futura capital. A equipe era chefiada pelo geógrafo belga Louis Ferdinand Cruls, nome que batizou a expedição e mais tarde o Quadrilátero. Em 1955, uma nova comissão, aprovada pelo presidente Café Filho e comandada por João Pessoa, visitou a área e fixou as medidas do Quadrilátero em 52 Km². No mesmo ano, Juscelino Kubistchek em um comício, realizado em Goiás, durante a campanha da Presidência prometeu, que se por acaso fosse eleito iria construir a nova capital. Juscelino foi eleito e com a ajuda do povo nordestino conseguiu no dia 21 de abril de 1960, inaugurar Brasília, cidade que é o centro das decisões político-administrativas do nosso país. Fonte: Senado Equipe CENTI.

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Como proteger as suas informações?

8_810x251 Apesar da Lei de Acesso a Informação defender a ampla divulgação dos dados referentes a Administração Pública, ela também garante que alguns dados sejam mantidos em sigilo para não prejudicar nenhum ente da Administração ou da Sociedade. É claro que na era da Internet, se tornou ainda mais difícil evitar o vazamento de informações sigilosas. Tendo em vista o quanto elas são valiosas em nosso meio. Então, para te ajudar a evitar problemas deste tipo no futuro, hoje vamos sugerir algumas práticas simples para garantir a segurança das informações na sua instituição.

  1. Evite o compartilhamento de senhas
As senhas existem para a proteção do usuário e das informações por ele acessadas. Então, evite o compartilhamento de senhas. Mesmo que você confie e conheça as pessoas, você não sabe se o computador ou o celular que elas utilizam para realizar o acesso está livre malwares (vírus, spywares, cavalos de tróia). Deste modo, todo cuidado é pouco.
  1. Evite senhas fáceis.
Essa dica já é uma velha conhecida, mas em muitas vezes esquecemos de aplicá-la em nosso trabalho. Aqui a regra é a mesma, escolha uma senha, que não se relacione a datas de aniversário, números de telefone. A ideia é deixar a numeração o mais impessoal possível.
  1. Tome cuidado com pendrives.
É uma prática comum armazenar dados em pen drives. No entanto, como são dispositivos pequenos, sempre é interessante, ter atenção e evitar o seu compartilhamento para garantir que as informações contidas nele não transitem indevidamente. Equipe CENTI.  

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